Como toda pessoa abnorme, tenho uma série de manias, chiliques, faniquitos, seja lá for como você chama. Quando estou muito ocupada e/ou estressada, incrivelmente, isso tente a piorar.
Acabei de sair de uma fase muito dependente de minha vida, e meu apartamento está repleto de fragmentos do passado, dentre eles cartinhas, papel amassado de estacionamento, uma caneca debaixo da cama e peças de roupa intactas no mesmo lugar há semanas. Coisas que me fazem mal só de olhar, mas que ainda não me desfiz por excentricidade.
Está aí minha Mania I, a mais radicalista, que é a de guardar coisas antigas que me remetem a lembrança de alguém importante que já se foi, tanto do mundo quanto de mim. Não sei se é auto-defesa pra negar a partida, ou se gosto mesmo mais do passado, das memórias, do que da pessoa em si. Parecem-me muito mais bonitas quando partem.
Hoje, ao dar uma olhada geral em casa, percebi que saí um tanto do controle. Não havia uma coisa no lugar, e eu vivendo assim, remoendo as migalhas miseráveis do que já acabou faz tempo! Deplorável! Joguei fora as cartinhas, organizei a cozinha que mais parece um campo de concentração em decadência (a louça era uma pilha de judeus mortos, MORBIDO!), e mudei todos os móveis! Ok... seria comum se não tivesse feito tudo isso as 7h da manhã!
Lar renovado, fumei um pouco, bebi cerveja e meti café por cima!
Fiz novas bagunças e a garrafinha de Heineken ficará na mesinha até quando me enjoar dela (pode levar meses).
Acabo aqui, sem mais.
Renovando a vida, 2008 começou faz tempo, e só me toquei agora!
Ulisses, já posso receber visitas!
Todas as baratas já foram exterminadas!
[Breve nota sentenciando minha fraqueza: Não consegui me livrar dos bilhetes de estacionamento]
sábado, 26 de janeiro de 2008
Manias - Parte I
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2 Comments:
A cadeira continua onde eu largay? O.o
Aquela cadeira nunca sairá de lá!
Mas também não me traz más lembranças...
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